segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Código deontológico do Profissional de Cozinha

Um código deontológico ou um código de ética de uma profissão pressupõe, atitudes e posturas a serem seguidas por todos os profissionais, sendo assim também os profissionais de cozinha, não se excluem deste pressuposto;
 Para que a profissão e o profissional, sejam respeitados e ocupem o seu lugar merecido na sociedade, é fundamental adoptar e defender valores e princípio;
Honestidade e respeito pelos deveres e direitos próprios e de terceiros são atributos fundamentais da ética profissional;
O código deontológico é um processo orientador de comportamentos, servindo de estímulo para os profissionais do sector;

Assim para manter a sua relação profissional de forma saudável, todo o profissional de cozinha deverá:


1.Ter formação profissional na área, devidamente certificada e actualizada;
2. Executar e garantir a qualidade do trabalho no exercício da sua função;

3. Ter uma postura limpa e apresentável;

4. Manter o local de trabalho limpo organizado, segundo as regras de HACCP;

5. Efectuar controlos periódicos de saúde, conforme a lei;

6. Respeito pela entidade patronal, pela hierarquia, pelos colegas de trabalho, pelos clientes e pelo próprio código;

7. Não discriminar, quer em relação ao sexo, idade, raça, nacionalidade, religião, condição social;
8. Em todas as circunstâncias, deve o profissional de cozinha ter um comportamento profissional adequado à dignidade da sua profissão;
9. Para um bom funcionamento da cozinha é fundamental o espírito de equipa e imparcialidade;

10- Um profissional de cozinha não deve denegrir a imagem, o bom nome e a moral ou a capacidade dos colegas e dos profissionais da sua área de actividade.


Regras de conduta.

• A um bom profissional de cozinha é exigida a assiduidade e a pontualidade;

• Compete, ao profissional de cozinha, o devido sigilo para com entidade empregadora, clientes e documentação existente no local de trabalho;

• Compete ao profissional de cozinha, zelar e garantir a qualidade dos produtos;

• Compete ao profissional o cumprimento das boas práticas de cozinha;

• O profissional de cozinha deverá prestar todos os serviços requisitados com competência e empenho que respeitem a liberdade do cliente;

• As relações com os fornecedores deverão manter-se sempre nos princípios da ética e tendo em conta a qualidade dos produtos e a saúde dos clientes;

• Proporcionar um ambiente facilitador e promover a participação activa na prevenção dos riscos profissionais;

• Assegurar que o equipamento seja suficiente e se encontra em boas condições, a fim de não pôr em perigo a saúde dos clientes e profissionais.


Responsabilidade cívica

• A brigada de cozinha, no exercício da sua profissão, é técnica e deontologicamente responsável pelos seus actos, respeitando as leis gerais em vigor;

• O Profissional deverá zelar para o cumprimento da legislação quanto ao trabalho de menores, ou sempre que esteja em causa o desenvolvimento físico, cultural e profissional da criança;

• Preocupar-se com a promoção de boas práticas ambientais, como a reciclagem e a compostagem.

sábado, 13 de novembro de 2010

E SE AFINAL O ALENTEJO TIVER MONTADOS QUE PRODUZEM AMÊIJOAS'? (Chef Tchifunga)

O tema é recorrente, o petisco é alentejano ou algarvio? Ou pode ser dos dois? Para início de conversa damos prioridade a Fialho d'Almeida, que assim opina sobre cozinha tradicional e sobre o que é um prato nacional, no 3º volume de "Os Gatos":
"Uma composição culinária, característica, inconfundível. Transmite-se por tradição: os estrangeiros não sabem confeccioná-lo, mesmo naturalizados, tendo chegado até nós por processos lentos, e contraprovas de biliões de exprimentadores, sucessivamente interessados em o fixar de forma irrepreensível, resulta ser ele sempre uma coisa iminentemente sápida e sadia.Isto o distingue dos pratos "compostos", quero dizer daquelas mixórdias de comestíveis e temperos, doseados a poder de balança, exclusivamente científicas, nada intuitivas e meramente inventavas.
O prato nacional é como o romanceiro nacional, um produto do génio colectivo: ninguém o inventou e inventaram-no todos. Vem-se ao mundo ido por ele, e quando se deixa a pátria, antes de pai e mãe, é a primeira coisa que se lembra.
Em Portugal não à província, distrito, terra, que não registe entre os monumentos locais, a especialidade de um petisco raro, sábio, fino, verdadeira sinfonia de sabores sempre sublime."
In "À mesa com Fialho d'Almeida"
Quando os algarvios com alguma graça dizem "qual é o montado alentejano que dá amêijoas?", devemos lembrar-nos logo que o Alentejo até tem costa marítima e até talvez mais extensa que a do Algarve! Mas lendo Alfredo Saramago em "Para uma História da alimentação no Alentejo"
ficamos a saber que na Idade Média nas contas de cozinha de conventos bem no interior do território, como Arronches, Portalegre, etc, está registado que o línguado, o cação e as amêijoas, entre outros alimentos marinhos eram consumidos frescos, os almocreves de Sines a esses conventos levavam pouco mais do que 1/2 dia, e depois das mulas terem sido adaptadas com os "turbos" da época, as ferraduras, este tempo de viagem foi encurtado. Então porque que é que a carne de porco com amêijoas não pode ser alentejana?
Talvez o cação nos possa ajudar a pensar um bocadinho mais: o cação, peixe muito barato à época a que nos reportamos, era comido pelas classes populares com amêijoas, provada esta iguaria pelos ricos, e de tão apetitosa, foi adaptada, passando a ser confeccionada não com cação, mas com lombo de porco! Carne de porco à alentejana ou carne de porco alentejano à algarvia, sendo bem feita é sempre um pitéu dos deuses! Até já e bom apetite!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Touradas: direito à não violência!!!!!!!!!!!!!!! (Chef Tchifunga)

Para prepararmos o debate vejam este vídeo sobre tradições!!!!!!!! Engraçado este vídeo nunca foi passado nos mídia! Porquê??????????????????????

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tributo a Saramago (Chef Tchifunga)

Pela boca morre o peixe
Sendo eu ateu, apesar de andar muito confuso desde que li nos jornais que foi criada a associação de ateus de Portugal, quis que os meus filhotes tivessem alguns fundamentos da religião cristã, toda a cultura portuguesa e europeia está por eles impregnada, tinham entre 4 e 6 anitos e vai de lhes ler as histórias bíblicas, em livro próprio para a idade.
Logo de sopetão Adão e Eva
"Pai, eles não pediram desculpa?"
Encabulei e a coisa agravou-se com o que disseram a seguir.
"Então o Pai costuma aceitar as desculpas pelas nossas maldades! Coitados, Deus não lhes podia ter perdoado?" Graças a Deus que sou ateu, senão ainda ficava receoso de um qualquer raio vindo de quem tem poderes sobrenaturais e de certeza nem uma vela preta posta aos pés da Nossa Senhora da Muxima me salvaria!
Logo de seguida, despenquei! A Abraão, pai de três religiões, foi-lhe perguntado se amava Deus? Que lho provasse cortando a cabeça do seu filho Isaac. Taparam os ouvidos "Deus é doidinho!!!!"
Atirei com o livro para a estante, a catequista de serviço a seu tempo, que lhes ensinasse!
Mais recentemente soube do calvário de José Saramago, sobre o seu último livro "Caim", inclusive de um episódio na província, em que um Sr. Pároco lhe teria chamado "Analfabeto", e umas quantas ratas de sacristia riram e bateram palmas em êxtase. Teria o Sr. Cura lido "Caim", de Saramago?
Claro que não, eu também não, mas já tendo saboreado alguns livros do Mestre, prometo ler este "Caim" com toda a atenção, para depois poder opinar sobre a fina "literatura" que terei em mãos! Pois sim senhor, é precisamente disso que estamos a falar, de literatura e da melhor que temos!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Brincar aos governantes


Uma das nossas visitas de estudo foi à Assembleia da Republica. Uma sessão plenária " debate quinzenal" que infelizmente não correu como nós gostaríamos,que seria um debate construtivo para o nosso país, mas o que se passou foi um "lavar de roupa suja", alguns deputados a "trabalhar " no facebook, a ler os jornais online, o Sr deputado do bloco de esquerda Fernando Rosas à pancada ao ecrã do pc que por acaso foi pago pelos contribuentes e ainda havia outros deputados muito aplicados pois estavam a meditar " dormir "sobre novas propostas de melhorar o nosso lindo Portugal.

Em anexo a acta do dia da visita.


p.s. Espero que tenham recebido informação suficiente de como se governa um país democrático.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Lágrima da Preta (Chef Tchifunga)

Hoje cheguei a casa e pus-me a pensar nos temas desta semana dados em STC6 e em CP4 e apeteceu-me pegar num livro de poemas de António Gedeão e encontrei um poema que veio mesmo a calhar como resumo dos temas em questão

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio


Procurando na internet encontrei este vídeo em que o poema é cantado! Oiçam que vale a pena!

À volta da mesa (Turismo gastronómico) (Chef Tchifunga)

A cozinha deveria ser uma das bases da atracção turística de qualquer país! E, mais do que isso, é um dos traços e constitui um dos aspectos mais vivos da sua fisionomia. A cozinha é uma das formas de identidade nacional, já Keyserling o escreveu sobre os EUA, "um dos índices da sua civilização". Na nossa própria vida individual, a tradição culinária fica como uma das espressões, das mais duráveis do nosso carácter, das nossas preferências, dos nossos gostos e até das nossas afinidades humanas. Todos nós permanecemos indissoluvelmente fiéis à cozinha da nossa infância. Em todas as idades, em toda a parte onde possamos viver, os hábitos do paladar que adquirimos nos primeiros anos, qual herança familiar que desde o berço nos acolheu, marcam a nossa existência indelevelmente, ajudando-nos a resistir a todas as adaptações fisiológicas e sociais.
Existe em cada país uma matriz culinária, e essa diferenciação, como a da paisagem, dos costumes, da arte, constitui um dos elementos de curiosidade turística que é necessário ter em conta no computo e na hierarquia dos valores da nossa industria de hospedagem. Largos anos de macaqueamentos estrangeiros, de caricatura "franciú", em vez da cultura francesa, levou-nos a uma infiltração de hábitos estranhos, como consequente menosprezo do que é nosso. Fomo-nos habituando de que nos tornávamos mais competitivos desdenhando o que é nosso, para parecermos o que não somos! Desde a peroração política até aos letreiros das lojas e à alimentação abandonamos as tradições, para aceitarmos a importação incondicional dos princípios, das mercadorias, dos modelos e da cozinha. Fomos colonizados pelo "vient de parâitre", pela imposição tirânica do que "vem de fora" e do que se "faz lá fora" e passámos em termos gastronómicos ao "ragout", ao peixe "meunier", ao pudim "flan" e às contrafacções estrangeiradas. E o nosso turismo culinário não podendo entrar na era da excelente e inimitável cozinha francesa, que é, vinda directamente de França, um dos prestígios desse país, encontra no domínio do "pulé sóce" suprema, via Pontevedra e do "consomé santé" que de "consomé" só tem a água e de "santé" só tem o nome, para não falarmos num famoso chef da nossa praça, e que muito admiro, que em programa de televisão, vilipendiava todos os restaurantes que não inovavam, sob o pretexto "do nacional é bom", ele na altura apresentava aplicadamente a confecção de um "risotto", que eu saiba um prato tipíco, mas italiano!
Assim sendo, fizemos o panorama culinário franco-galaico-luso, todo mal traduzido, com que passamos a ornar os "menuses" dos nossos restaurantes e a nossa ortografia.
Uma das preocupações e das curiosidades do turista em qualquer país que visita é a cozinha. Pergunta sacramental daqueles que nos visitam "où peut-on manger la vraie cuisine portugaise?" Ou do meu amigo angolano "Oh pá, aonde podemos comer aquela comidinha caseira"?
Sempre o mesmo embaraço na resposta. O gosto do "fino" da nouvelle-cuisine-luso-galega levou a gastronomia portuguesa a uma espécie de ONU culinária, de que lentamente foi desaparecendo a admirável riqueza de bons regionalismos dos nossos pratos e da nossa mesa, por vezes truculenta mais do que o razoável, mas inimitável na sua variedade regional. Onde estão os nossos leitões da Bairrada, o rancho de Viseu, aquele arroz de frango substituido pelo escaniçado "pulé supremo", e onde encontrar uma cabidela, com que os nosssos avós se banqueteavam, aquelas enguias ensopadas, que do fundo do molho nos desafiavam a "comam-nos e peçam mais"? Onde está o sável, o melhor peixe do mundo? E os bifes à portuguesa, que enchiam o prato, com dois ovos a cavalo - «os bifes que no "António da feira" da Coimbra do meu tempo,faziam inundar de poesia e de gula os olhos líricos de Teixeira de Pascoais, de João Lúcio e de Fausto Guedes Teixeira» como referiu Augusto de Castro no Diário de Lisboa? Qual a paisagem culinária do mundo possui a escala de sopas suculentas e apetitosas, do famoso caldo-verde, espécie de ouriversaria de couves, da canja copiosa e aveludada de Tormes que celebrou em êxtase Eça de Queirós e que se servia na terrina fumegante, até às sopas beirãs e alentejanas, capazes de ressuscitar um morto e que foram substituidas por uma espécie de "potage St. Germain" ou chávenas de água quente em que naufragam, tristes, alguns grãos de arroz a pedirem, com bons modos, a alguém que os coma por engano!
A pastelaria portuguesa é um dos mimos e uma das glórias da nossa gastronomia. Pode desenhar-se o mapa de Portugal em pastéis, em farinha e ovos, tal a variedade coreográfica das nossas sobremesas regionais, os doces do Algarve, os cocós, todos em renda de folhados, que fizeram em Lisboa a celebridade de Rosa Araújo, o arroz-doce que deu o título a um romance histórico, o manjar-branco de Coimbra, as doiradas rabanadas Minhotas, toda essa hierarquia conventual de suaves petisqueiras com que se lamberam os nossos Avós. Verdadeiro itenerário nacional, pode percorrer-se Portugal de especialidade em especialidade, de norte a sul, em açúcar e em todas as estações do ano - dos "sonhos" ao loiro "toucinho-do-céu", dos refrescantes pudins às "cavacas" de Resende, às arrufadas e à fofa melodia dos "pães-de-ló", feitos de oiro do nosso sol.
Comparando esta soberba paisagem gastronómica com a pálida, enfezada, babosa melancolia dos "fabrico próprio", daquelas tigelinhas de iluminação, com duas pevides no meio, e uma espécie de pasta de dentes à superfície, que correntemente servimos aos visitantes que demandam estas paragens, e que têm alcunhas francesas para os deslumbrar - que enorme, vasta catástrofe do paladar português!
Desta desnacionalização salvou-se, dando um nobre exemplo, o magnífico leque dos nossos vinhos, que ao continuarem a ser fiéis às suas origens mantém alta a nossa cotação. Ninguém ainda se lembrou de baptizar Borgonha o Cartaxo nem caricaturar de "Chateau-Neuf du Pape" as adegas do Dão, de Colares ou do Alentejo. Os vinhos portugueses continuam, louvados sejam!, a ser portugueses, só ironia cruel!, o vinho do Porto, que é o rei deles, se veste de rótulos ingleses para ser vendido.Como dizia um turista "Mais vous, au Portugal, n'avez pas du Porto portugais!
CN

Candidatura a estágio na cozinha do Paraíso (a nunca enviar!)

Ex.mo Sr.
Director de Recursos Humanos do Hotel Paraíso
Lisboa

Exmo. Sr

Estando a frequentar o curso de formação profissional de técnico de cozinha/pastelaria, no "Instituto de Culinária - A Cozinha é um espectáculo", outro dia fomos ver na Assembleia da República o Srº 1ª Ministro e os Deputados dos Partidos, legitimamente eleitos, que superiormente (quão superiormente), nos dirigem, a fazerem jogos muito aliciantes, tais como "Monopólio", "Batalha Naval", e dar à perninha, para além de baterem sonecas e nos computadores.
Assim sendo, dado fazer parte do mesmo a realização de um estágio curricular, para o formando Maçarico não é preciso, pois já tem estágio assegurado no centro de trabalho do sempre glorioso partido, "dos amanhãs que cantam", através do camarada Armando ou da sua misteriosa colaboradora, que o formando em causa deixou escapar a oportunidade de ouro para lhe saber o nome. Já agora, eu quero ver que estágio vai fazer o Artiaga, vulgo "Pavão do Índico", quando o Panga-Panga souber das boleias à sua princesa.
Voltando ao que interessa o estágio deverá ter a duração de 6 meses, devidamente remunerado, incluindo as compensações para aturar o patrão e o chef de serviço, e estar garantido o alojamento à altura, que para além das mordomias habituais, deverá ser numa suite com jacuzi e com vista para o rio!
Por este meio, solicito a possibilidade da realização do mesmo nessa unidade, nas áreas cozinha/pastelaria e noutras necessárias para me sentir bem comigo e com todos vocês.
Atenciosamente
Mandume do Cunene

quarta-feira, 19 de maio de 2010

:-)

Olá turma!
Super-chefs e pasteleiros de categoria :-)
Termina hoje o clc5 mas não pensem que vos dou descanso.
Em breve estaremos juntos de novo!

Bom trabalho para todos e sucesso, sem se esquecerem no entanto que " o único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário!"

Beijinhos e abraços
Conceição Valido*

sexta-feira, 14 de maio de 2010


Aula de cozinha em que alguns dos colegas "chef´s" estavam com pouca vontade de degustar o manjar......... devido a uma leve brisa do dia anterior que provocou uma pequena" constipação"......

Vitor Silva

Saudações.
ola caros colegas
força ai nos bolos


ass luis vaz

olá! malta jovem

Mais uma semana chega ao fim, o numero de trabalhos aumentou
bom fim de semana. beijocas! Helena

olá pessoal

aprendi a criar o blog hoje e estou muito feliz.
beijinhos

Juliana Fontoura

olá colegas

queridos colegas desejo-vos bons pratos e muitas engordas durante este longo período que vai ser o nosso curso! beijos e fofuras.
Liliana Cardoso

olá turma

que tal uma fartura quentinha agora com um café era bommmm.
mas agora não tenho, fica para domingo estão convidados a ir comprar. Susana
Ainda somos 16.
Faço votos que não seja eu, a delinquente a que passem a ser só 15.
Ana Machado
Oi daqui fala o Miguel Arroio,por enquanto 16,é um bom nome principalmente vendo o meu número de faltas.espero mesmo conseguir acabar este curso.
assinado:Miguel Arroio

olá Turma

Olá turma, está tudo bem?
Espero bem que sim!
Bom dia até amanhã.
Isabel da Mainga.
Bom dia,
Espero que os meus queridos amigos e colegas desta já famosa turma, mandem algumas receitas
obrigado.
Maçarico
Bom dia

Caros amigos e colegas

Fico esperando por receitas,muito in...

Obrigado

Artiaga

domingo, 9 de maio de 2010

Ganda gafe do chefe Maçarico

Mais uma visita de estudo, desta vez fomos à feira do livro onde o chef Catano e com catano confundiu o outro ganda chef" este de verdade" Sá Pessoa pelo outro ainda maior chef " 1 estrela Michelin" Avilez. Felizmente que ñ divulgou o nome da nossa afamada escola, pois punha em risco para quem quer ser verdadeiro chef de aprender com tal figura da nossa praça "mais cozinha" gastronomica.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

olá pessoal. vamos todos avançar com certeza.
ÁLVARO

tereza

Estou aqui a tentar ser criativa e não sai nada..

E agora!!!!!!

Vamos a partir daqui trocar, com mais eficência, todas as informações sobre a nossa formação em cozinha e pastelaria. Bom trabalho!!!!
Cláudio
olá e adeus...beijos. caetano maçarico
Obg por esta aula

AMEI A IDEIA DE PARTICIPAR DESTE BLOG

ESTA TURMA E MESMO LINDA. EVA MELO
oiiiiiiiii um bjo pra vcs . EVA MELO

Batalha Naval

BATALHA NAVAL


A manhã passou lenta até ao momento da reunião. Não deixa de ser invulgar passar a tarde na Assembleia da República. “Um dia não são dias” e hoje é dia de sair da Pontinha. A turma 10.CP.00.001 vai estar perante os governantes do país pois é dia de sessão plenária, com o Primeiro-Ministro e todos os membros do Governo.


Marcámos às 13h00 o encontro para aquela que seria a visita ao “quartel-general”, onde se decidem os destinos do país …. os nossos destinos.

Em frente ao edifício 32 do Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar (CFPSA) estavam todos aqueles que participaram nessa aventura. Daí à estação de metro do Rato foi num instante.
Para alguns foi uma viagem invulgar de metropolitano e entre risos e conversas chegámos.

Decidimos fazer o percurso a pé, uma espécie de via-sacra, até à Assembleia da República pelo caminho encontramos a casa da diva, Amália Rodrigues e o momento merecia se registado.








Chegámos finalmente ao palácio de S. Bento. Era cedo para entrar, uma vez que a sessão que daria início à reunião plenária só começaria às 15h00. Foi o pretexto para uma visita ao Lx inn, (café cujo empregado mostrou excesso de formação na área…ou então não!!!) onde a ansiedade foi diminuindo.
15h00 Entrámos no edifício onde fomos alvo de todas as medidas de segurança que o local exige. Fomos despojados de todos os nossos bens, o que nos impediria de fazer o nosso papel de repórteres, uma vez que por falta de material não podermos tomar notas às ocorrências que a nossa visão ia testemunhando.

15h20 Depois de o Presidente da AR ter verificado a existência do quórum deu início à sessão.
“Srs. Deputados a ordem do dia de hoje consiste no debate quinzenal com o Sr. Primeiro-Ministro sobre economia e exportações.
Para fazer a apresentação do tema, tem a palavra o Sr. Primeiro-ministro”
Ouviram a explanação todos os deputados das bancadas parlamentares (pelo menos alguns) do PS, PSD, CDS-PP, BE, PCP e PEV.

Nós ouvimos e registamos. Não pudemos em situação alguma manifestarmo-nos, mas pudemos agora reportar aquilo a que assistimos.
16h45 O nosso jogo vai terminando. Depois das intervenções dos comandos dos navios (e submarinos) esperamos que o porta-aviões não vá ao fundo.



Enquanto esperámos pela entrada nas galerias, ao som da campainha, que tocava insistentemente chamando os senhores deputados, ouvíamos o chefe da segurança que nos deu informações pertinentes acerca do edifício e de quantos lá passam.





Reportagem : Turma 10.CP.00.001

Nada voltará a ser como antes!

Nada voltará a ser como antes...

Por enquanto somos 16 mas já fomos 18. Esperamos que sejamos 16 até ao final desta caminhada...!!

Esperamos que nos visitem e que os comentários sempre sejam doces e bem temperados.